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12 melhores ideias de jogos e brincadeiras para educação infantil

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Os jogos fazem parte da vida da grande maioria das pessoas na atualidade. Desde cedo a gamificação é inserida na vida dos pequenos, mesmo antes de irem à escola. 

E a utilização dos jogos na educação é uma importante ferramenta do processo de ensino aprendizagem que tem aparato normativo e comprovadamente eficiente e necessário para o bom desenvolvimento das crianças.

O que é gamificação ou ludificação?

A gamificação é baseada na aplicação de jogos dentro do processo de aprendizagem da criança como estratégia para a construção desse processo. Assim, o aprendizado se dá de maneira dinâmica.

Isso encontra suporte dentro da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que rege toda a educação no território nacional e pode facilmente demonstrar a importância das interações e brincadeiras, como ações que possibilitam a apropriação do conhecimento para tornar possível a aprendizagem considerando essas interações.

Quais são os tipos de jogos lúdicos? 

Dentro do processo de aprendizagem da criança, a ludicidade deve estar inserida como requisito primordial, ajudando no desenvolvimento de muitas habilidades, sendo trabalhada a partir de diferentes perspectivas, explorando competências variadas.

A partir de uma multiplicidade de atividades lúdicas, podemos dispor de categorias de jogos para desenvolver ou aprimorar aspectos motores, emocionais, de raciocínio e de socialização das crianças.

Qual o objetivo dos jogos na educação infantil?

O principal objetivo dos jogos na educação infantil está ligado ao desenvolvimento psicomotor da criança, interligados com o seu processo de aprendizagem, onde a interação social se aprimora, assim como a capacidade de desenvolver estratégias para alcançar objetivos.

Como trabalhar jogos na educação infantil?

Os jogos na educação infantil ajudam nas etapas de desenvolvimento da criança, de modo que a sua participação no processo de produção dos jogos também pode ser utilizada como uma ferramenta do ensino aprendizagem. 

Assim, utilizar a cultura maker, que significa o desenvolvimento da capacidade de construir ou de consertar objetos que podem ter utilidade no dia a dia, pode ser uma etapa divertida e propícia para a criança desenvolver habilidades cognitivas. 

Existe ainda uma série de jogos que podem ser praticados com o intuito de ajudar no processo de alfabetização das crianças. Vejamos alguns desses jogos:

  • Pescaria das letras

Esse jogo envolve o reconhecimento das letras, assim como o aprimoramento da coordenação motora da criança. 

O jogo consiste em colocar diversas letras em um recipiente, e em outro recipiente números de 1 a 10, e solicitar a que a criança ao sortear um número “pesque” as letrinhas correspondentes ao número sorteado com um pregador de roupas, por exemplo. 

Feito isso, que ela possa ser instigada a reconhecer as letras, formar palavras e explorar as possibilidades, além de perceber que podemos ressignificar o uso dos objetos como o pregador de roupas. 

  • Jogo da velha silábico

O jogo da velha é um jogo bastante conhecido no mundo. A primeira coisa é criar um tabuleiro com folha de papel ou cartolina. 

Com pequenos pedaços de papel ou em tampinhas plásticas você deve estampar sílabas divididas em duas cores distintas, formando dois grupos. 

Professor, se certifique de que as sílabas possam formar muitas palavras com várias possibilidades. Escreva as sílabas de acordo com a fase de desenvolvimento do processo de leitura e escrita das crianças. 

Feita essa parte, é importante que elas se familiarizem com os materiais e possam jogar, com um colega, onde cada um coloca uma sílaba e quem primeiro formar uma palavra ganha a partida. 

Auxiliar as crianças, explorar a leitura e escrita das palavras são apenas algumas das possibilidades de intervenção pedagógicas. 

  • Dados da leitura

Construa uma tabela contendo o tema dados da leitura e confeccione junto com as crianças dados de papel, trabalhando também a matemática dentro do processo de alfabetização, e escreva os números na primeira coluna, de acordo com as possibilidades dos dados, e coloque diferentes cores na primeira fileira correspondendo a cada coluna, preenchendo o restante da tabela com palavras que serão sorteadas a partir das coordenadas entre números e cores, depois de jogar os dados. 

Esse jogo pode ser feito com a turma toda, colando a tabela na lousa, e as crianças podem ser sorteadas uma por vez para jogar os dados, sortear o número e ver qual a palavra que corresponde a cor e ao número sorteado. 

Assim, existem inúmeras possibilidades de explorar as palavras dentro do jogo, tais como letra inicial, letra final, leitura da palavra, formação de frases, o que vai variar de acordo com o nível de leitura e escrita das crianças.

Outras formas de trabalhar os jogos dentro do processo de educação das crianças, são as atividades relacionadas aos esportes e atividades artísticas, onde podemos inserir jogos e brincadeiras com facilidade e com objetivos multidisciplinares.

12 jogos e brincadeiras que podem ser trabalhados na escola

Existe uma infinidade de jogos e brincadeiras que podem ser feitas com as crianças de maneira presencial, envolvendo toda a turma, ou até de maneira remota. 

Confira uma lista dessas brincadeiras e jogos e as possibilidades de aplicação com as crianças!

1. Que som é esse? 

Essa brincadeira envolve mistério e as crianças amam. Você pode escolher uma criança por vez para participar de forma direta, como aquele que vai adivinhar o som. Ou vendar a turma toda simultaneamente para que descubram que som eles estão ouvindo. 

Se a escolha for uma criança por vez, o professor pode trabalhar a capacidade de esperar a sua vez de jogar, ou trabalhar a confiança da criança que está com os olhos vendados, que poderá receber ajuda dos coleguinhas. 

Essa brincadeira pode ser feita também de forma remota e tem um efeito maravilhoso de interação das crianças. 

2. Pega-pega

Quem nunca brincou de pega-pega durante os longos anos da escola, ou mesmo com os amiguinhos da vizinhança. A brincadeira consiste em escolher uma criança que vai tocar levemente em um dos coleguinhas e passar o título de pegador para a próxima criança. 

Muitos são os benefícios da brincadeira pedagogicamente falando, isso envolve a capacidade de raciocinar rapidamente, o aprimoramento do senso de direção e autoconfiança. 

3. Bobinho

Consiste em formar um círculo com as crianças, deixando uma criança no meio que deve interceptar a bola. Quando isso acontece, a pessoa que teve a última jogada antes da bola ser retida pelo “bobinho” assume o seu lugar no centro. 

Uma grande vantagem desse jogo é o estímulo em alcançar objetivos, além de não estabelecer vencedores demonstrando para as crianças que a diversão independe de competição. 

4. Caminho colorido

Como forma de animar a turma e fazer com que as crianças tenham acesso a uma produção artística diversificada, o caminho colorido é feito com tinta lavável, onde as crianças mergulham os pezinhos na tinta e formam um caminho em papel pardo ou outro tipo de papel disponível para tal fim, permitindo o desenvolvimento das questões sensoriais dos pequenos e demonstrando diferentes formas de expressão artísticas.

5. Caixa sensorial

Parecido com o caminho colorido, a caixa sensorial vai trabalhar os sentidos da criança de maneira divertida, despertando a curiosidade.

Em uma caixa com abertura para que a criança coloque a mão, distribua objetos de diferentes texturas e tamanhos para que, com os olhos vendados, a criança descubra do que se trata e compartilhe com seus colegas. Deixe-os usarem a imaginação e explorar as possibilidades. 

6. Coelhinho sai da toca

A brincadeira se dá quando todas as crianças têm uma “toca” e somente um fica sem. Assim, no comando do professor todos devem trocar de “toca”, e sempre sobrará uma criança fora dela, temporariamente até que outra assume o lugar.

Pode ser feita de diversas maneiras, em um grupo grande as crianças podem se juntar de duas em duas formando uma cabaninha para abrigar um coleguinha com os braços, e todos podem revezar entre ser coelhinho ou toca. 

Outra estratégia é o professor fazer círculos no chão para representar a toca e até usar bambolês. Tudo vai depender do espaço e dos recursos no momento. 

Essa brincadeira vai despertar nas crianças a capacidade de agir rapidamente, tomando decisões que podem demonstrar pensamentos estratégicos. Essa brincadeira pode ainda levar as crianças a perceber que sempre temos outros caminhos a seguir para conquistar nossos objetivos. 

7. De onde vem o cheiro

Essa brincadeira pode ser feita na escola na modalidade presencial, assim como em aulas remotas com a ajuda dos pais. 

Na sala de aula, o professor deve perfumar um lenço ou pedacinho de tecido e esconder dentro do espaço da sala para as crianças descobrirem de onde vem o cheiro, aprimorando seus sentidos e a percepção espacial. 

Em casa, previamente pode ser solicitado que os pais ou o adulto responsável por acompanhar a aula com a criança, perfume e esconda também um lenço ou tecido para que ela possa encontrar, e descrever o cheirinho para turminha e o local da casa onde estava escondido, se foi fácil ou difícil de achar. 

8. Quente ou frio

Os ambientes para a realização dessa brincadeira podem variar de acordo com as possibilidades do professor. 

Nela, um objeto deve ser escondido para que as crianças encontrem e os comandos variam entre as expressões quente, para quem está próximo do objeto procurado e frio para quem está longe do objeto.

O professor pode dividir a turma em pequenos grupos, reforçando as habilidades de trabalhar em equipe, de ajudar o próximo e tomar decisões.

Uma variação da brincadeira, pode ser vendar uma criança e deixar que os colegas escondam o objeto e deem os comandos para que a criança vendada encontre o objeto. 

9. Estátua

Essa é uma daquelas brincadeiras que todos nós já brincamos e que é comum de brincar com os filhos em casa e sempre gera diversão. 

Na escola essa brincadeira de tocar a música e fingir de estátua pode ajudar no equilíbrio físico, no desenvolvimento da paciência e concentração das crianças. 

10. Arremesso

O jogo do arremesso é uma mistura de prática esportiva com jogo matemático que pode ser utilizado com crianças de variadas idades. 

O professor deve demarcar uma linha de onde o objeto vai ser arremessado pelas crianças. Podem ser usadas garrafas plásticas pequenas com água ou areia, por exemplo. Sendo uma criança por vez. 

A cada arremesso o professor deve medir a distância, anotar e trabalhar os números com as elas, entre outras várias questões matemáticas que serão avançadas de acordo com a idade e estágio de desenvolvimento, além de ser uma prática esportiva. 

11. Circuito de obstáculos

As competições são muito importantes para o desenvolvimento de várias habilidades entre as crianças, principalmente na infância, onde muita coisa se define. 

Fazer um circuito de obstáculos pode ser uma atividade para realizar, marcando o tempo de cada criança para superar todos os desafios, incentivando-os a perseverar e ainda trabalhar em equipe, além dos benefícios ligados à consciência corporal e coordenação motora.

12. Cauda de dragão

Essa brincadeira pode ser realizada com crianças de uma faixa etária menor, entre 3 e 4 anos, e consiste na formação de uma fila indiana, onde no mundo da imaginação, a primeira criança vai ser a cabeça do dragão e a última será a cauda. 

A Cabeça deve alcançar a cauda, e as demais crianças que formam o corpo ajudarão fazendo os mesmos movimentos. Todos devem se conectar com a mão no ombro do coleguinha. 

Um espaço amplo ajuda no desenvolvimento da brincadeira. Atenção, equilíbrio e a interação são grandes destaques nessa brincadeira. 

A escola deve ser um espaço lúdico, onde a criança se sinta segura para explorar suas possibilidades e aprender brincando, com jogos e desafios que instiguem o seu bom desenvolvimento. 

Uma educação globalizada, voltada para demonstrar o desempenho de habilidades socioemocionais está diretamente ligada ao processo de formação, desde as primeiras experiências escolares, que estão ligadas à ludicidade como a principal ferramenta de aprendizagem dos pequenos. 

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