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St. Nicholas School aplica método inovador para a formação de seus alunos

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Currículo internacional estimula a inovação dos alunos, o pensamento crítico e a criatividade

Trazer inovação e ir além do pensamento convencional é uma das premissas da St. Nicholas School para auxiliar no processo de aprendizagem de seus alunos desde o Early Years (Ensino Infantil) até o Secondary (Fundamental II e Ensino Médio). A abordagem pedagógica da escola, que adota os programas curriculares internacionais do IBO (International Baccalaureate Organization),  possibilita que os alunos construam seus próprios conhecimentos e desenvolvam a compreensão de conceitos. Essa é a essência do aprendizado na escola, para que as crianças possam desenvolver seus talentos individuais, curiosidades e capacidades para encontrar soluções. No Early Years e no Primary, o currículo internacional adotado do IBO é o PYP (Primary Years Programme). No Secondary, os alunos navegam pelo MYP (Middle Years Programme – do sexto ao décimo ano) e o DP (Diploma Programme – nos dois últimos anos do ensino médio).

“Desde seus primeiros anos de aprendizagem, no Early Years, as crianças são encorajadas a investigar, explorar  e relacionar-se com materiais e materialidades de origens diversas e, ao fazerem isso, adquirir uma atitude de que podem executar ou criar algo com as próprias mãos. Tudo pensado com uma intencionalidade pedagógica e com uma curadoria de materiais específicos”, explica Conrado Ferreira Krainer, atelierista no Early Years da St Nicholas School. A partir da parceria do atelierista com as educadoras, as mesmas continuam as experiências de aprendizagem no Ateliê para que as crianças possam voltar à sua pesquisa várias vezes, de forma a revisitar e aprofundar seu conhecimento.

“A St. Nicholas construiu um conceito de aprendizagem que conecta as unidades de investigação transdisciplinares do programa PYP (Primary Years Programme) de acordo com a curiosidade das crianças. Também valorizamos muito o processo, que pode gerar resultados como uma pintura ou uma escultura, por exemplo, mas o que buscamos, são os aprendizados durante esse momento de investigação”, diz Conrado.

Materiais de origem natural e industrial como sementes, madeira, folhas, rolos de lã, carretéis, compõem um vasto repertório na elaboração dos contextos de ensino para as crianças investigarem. Tudo começa com um convite, um convite para mexer, tocar, cheirar, experimentar, colocar a mão e dessa forma, envolver-se com aquele material disposto para a criança, sendo a tecnologia uma aliada da pesquisa da criança, e inserida com o uso de microscópio digital, retroprojetor, lanternas, câmera fotográfica e programas de computador. “Os resultados obtidos são muitos, tanto na familiaridade que as crianças têm com os materiais, além de experiências, reflexões e ponderações, principalmente nas rodas de encaminhamento, quando refletem sobre o que fizeram e que ainda irão fazer. Vemos principalmente a evolução nas relações das crianças, a maneira como colaboram, interagem e aprendem umas com as outras”, finaliza Conrado.

No Primary, ou Ensino Fundamental I, a escola continua com o  foco no desenvolvimento de habilidades e competências, e a proposta de STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática integradas) é desenhada pelo professor de robótica do Primary, Fabricio da Silveira Laurenti: “Tentamos encontrar conexões da minha área, robótica, com o que os alunos estão estudando na unidade investigativa do programa transdisciplinar do PYP. É uma área de aplicação. Os conceitos são trabalhados com os professores de sala e eu desenvolvo com eles em projetos voltados para resolver problemas do mundo real, de forma imaginária e de acordo com a faixa etária, usando STEAM”.

Nessa fase, o foco também é aprender a trabalhar em grupo, desenvolver  habilidades motoras e entender um pouco de programação. “Tentamos mostrar para eles como se dá o bom uso dos recursos, já que notamos que eles são ótimos operadores de tecnologia, mas aqui queremos que eles aprendam a criar sua própria tecnologia fazendo seu próprio jogo e não apenas jogando”, completa Fabricio. 

Já para os alunos maiores, do Secondary, na fase do Fundamental II, o STEAM se transforma em disciplina sob o nome de “Design” baseada na metodologia do design thinking. “Em cada encontro dessa disciplina, os alunos são desafiados a solucionar problemas de todos os tipos: pequenos ou grandes, de gestão, arquitetura, engenharia, sociais, entre outros. Abordamos design gráfico, de produto, tecnologia, programação, construção de protótipos, etc”, observa Bob Nogueira, Coordenador de Design do Secondary Years. 

E ressalta: “Como resultado notamos que os alunos entendem a aplicação do conhecimento na vida real deles. A mesma maquete que fazem aqui é o que um arquiteto apresenta para seus clientes na vida profissional. Com isso podemos dizer que o STEAM estimula os alunos a irem além das fronteiras da sala de aula, transferindo essas habilidades e aplicando em vários aspectos da vida”, finaliza o professor Bob.

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